3 Dicas práticas para Implantação do Compliance

Programas de Integridade tem o objetivo de trazer a conformidade em relação às normas do nosso país e em relação às normas e valores da empresa. O Programa de Integridade lida, assim, com a mudança da cultura empresarial, ajustando comportamentos para que estes sejam praticados de forma ética. 

No entanto, falar em “mudança de cultura” e implantação de um programa que traga a “ética empresarial” podem parecer conceitos abstratos, o que torna difícil de se colocar em prática. Por esse motivo, separamos aqui três dicas práticas para tirar o Compliance da abstração e trazer o conceito para a prática. 

DICA 1: Reflexão e Código de Ética

O primeiro passo do programa de integridade é entender quais são os valores e as regras internas da sua empresa. Por esse motivo, vale a reflexão sobre quais atitudes são permitidas na empresa e quais são intoleráveis. Para tal, é essencial a participação da alta gestão para que juntos consigam definir os valores e regras. Um exemplo prático é a realização de uma reunião de brainstorming de ideias. 

Separados os valores e regras da sua empresa, agora é hora de refletir sobre quais legislações ou regulamentos são essenciais para a sua empresa observar. Para essa etapa é essencial vincular o setor jurídico para análise de legislação. 

Sendo assim, entendidos os valores, regras internas e normativas do país é hora de elaborar o primeiro documento do Compliance, o Código de Ética. Esse documento é o principal pilar de sustentação do Compliance. O Código de Ética funciona como um manual para as ações dos colaboradores, guiando-os em relação ao que é permitido na empresa e quais as consequências para uma atuação contrária ao código.

DICA 2: Treinamentos

Não basta ter as regras da empresa escritas em um documento (código de ética e conduta), é preciso também realizar treinamentos com os colaboradores para que estes entendam a fundo as regras que devem seguir. É essencial realizar treinamentos sobre condutas éticas, por exemplo, treinamentos contra a fraude, corrupção e assédio. 

Ao realizar treinamentos é possível explicar aos colaboradores de forma didática e acessível conceitos importantes. Quando um colaborador recebe a informação sobre o que não é tolerável, é possível mitigar drasticamente os riscos de ações antiéticas. 

Ainda, vale apontar que nem todos os colaboradores leem e compreendem a totalidade do Código de Ética, por isso é essencial a representação do código de forma visual, por meio de treinamentos sobre o assunto. 

Para esse tópico, a dica é unir os profissionais do setor jurídico e RH para desenvolvimento de treinamentos aos colaboradores. 

DICA 3: Análise de Riscos

O Programa de Integridade vem para mitigar os riscos de conformidade que a empresa pode estar sujeita, assim a análise de riscos é também um pilar essencial do Compliance. A dica para analisar riscos de conformidade é fazer uma reunião com cada líder de departamento para entendimento acerca dos riscos identificados no dia-a-dia da operação. 

Feita a apuração de riscos é hora então de tratar os riscos. Deve-se determinar qual é a resposta que será dada ao risco (eliminar, mitigar, compartilhar ou aceitar) e então estabelecer o passo-a-passo para tratamento do risco. Nessa etapa é possível separar as etapas e atribuir para os responsáveis. 

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